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Na jornada acadêmica, estudar não é tudo. Claro, procurar aprender sempre e manter-se focado no aprendizado é importante para alcançar os objetivos acadêmicos e evoluir na sua área de estudo.

Entretanto, esse processo só é gratificante e realmente benéfico se o estudante entende como cuidar da saúde mental.

A exigência de absorver a matéria, ainda mais quando ela é extensa e complexa, como acontece durante um curso intensivo de medicina, pode ser prejudicial para a saúde mental.

Portanto, é importante saber preservá-la durante os estudos. Neste texto, conheça alguns hábitos e dicas que podem ajudar a alcançar esse objetivo.

O que este artigo aborda:

Como cuidar da saúde mental durante a jornada acadêmica?
Como cuidar da saúde mental durante a jornada acadêmica?
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Organize sua rotina

A falta de organização não é prejudicial apenas para a produtividade dos estudos. Isso também é uma forma de prejudicar a saúde mental, uma vez que a desorganização faz com que haja o acúmulo de matérias ou de entregas a serem feitas (como de trabalhos), e isso acaba sendo um fator de estresse a mais durante a jornada acadêmica.

Assim, elaborar um planejamento para a rotina de estudos é fundamental, garantindo que você consiga cumprir todas as demandas com tranquilidade.

Para isso, é recomendado montar um cronograma de estudos, definindo suas prioridades, o tempo para estudar (e também descansar), além de traçar metas que sejam possíveis e alcançáveis.

Logo, essa atitude não apenas diminui o estresse como também traz mais motivação para estudar e aprender.

Mantenha contato com as pessoas

Não se deve isolar do mundo para estudar. Por mais que os estudos demandem dedicação, também é preciso manter o contato com os outros.

Manter a vida social ativa, interagindo com familiares e amigos, é importante. Esses vínculos são uma rede de apoio e uma forma de relaxar um pouco, colocando o papo em dia e se divertindo.

Assim, é imprescindível que o cultivo dessas relações seja mantido durante o período de estudos.

Tenha atenção ao sono e à alimentação

Um dos principais erros cometidos por estudantes, do ensino médio até o doutorado, é a falta de equilíbrio nas atividades do dia a dia.

Muitos acreditam que diminuir o tempo para dormir ou comer para conseguir estudar mais é vantajoso, mas isso, na verdade, tem o efeito contrário: é algo bastante prejudicial — prejudica não só os estudos, mas também a saúde do corpo.

A má alimentação e a falta de um sono de qualidade e restaurador impactam diretamente na produtividade dos estudos, além de aumentar o nível de estresse.

O sono é fundamental para o aprendizado, já que é nesse momento que o cérebro consolida o que foi estudado.

Com isso, a boa alimentação ajuda o corpo a se sentir bem e facilita na concentração dos estudos e na realização de atividades.

Separe momentos para relaxar

Por mais importante que seja estudar, não se deve resumir a vida apenas ao estudo. Para assimilar o que foi estudado, é necessário acrescentar à rotina momentos para relaxar e descansar, dando um respiro para a mente sobre o conteúdo estudado.

Assim, separe horários no dia para realizar outras atividades que você gosta e que irão amenizar o estresse.

Brincar com o seu animal de estimação, praticar exercícios físicos ou ouvir música são algumas das possibilidades do que pode ser feito.

Mas atenção: o melhor é que, nessas pausas, as telas sejam deixadas de lado, uma vez que a exposição prolongada à elas durante o dia colabora para aumentar o cansaço.

Se necessário, procure ajuda

A saúde mental não pode ser negligenciada e, por isso, a pessoa não deve hesitar em procurar ajuda profissional se sentir que é necessário.

Mesmo seguindo as dicas acima, a pressão causada pela cobrança e a rotina de estudos pode ser muito ruim para a mente. 

Portanto, é fundamental ficar atento aos sinais e sintomas de que a parte mental não está 100% saudável.

Eles incluem irritabilidade, estresse, falta de concentração, insônia, dores de cabeça, perda de apetite, palpitações, reclusão e preocupação excessiva.

Se esses quadros se intensificarem ou persistirem, buscar ajuda de um psicólogo é recomendado, já que ele é um profissional capaz de confortá-lo e de indicar a melhor forma de combater esses sintomas e ficar mais tranquilo.

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Marcela Ferreira

Enfermeira pós graduada com especialização em traumas, urgência e emergência. 12 anos de experiência na área de saúde mental na rede SUS do município de Belo Horizonte. Atuo com criança, adolescentes, adultos e usuários de múltiplas drogas.

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