sábado, 3 de dezembro de 2022 - 03/12/2022 12:01:52
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A medicina intensiva é uma especialidade que tem um papel importante dentro da área médica. Isso porque, ela lida com uma pluralidade de casos, dentro de um local que exige o máximo cuidado: a UTI. 

Como o seu objetivo é aprimorar o atendimento de pacientes mais graves, os médicos têm investido em tratamentos inovadores, como o uso da cannabis medicinal. 

Mas é importante que os profissionais da área se atualizem sobre o assunto. Nesse ponto, é válido destacar os cursos de cannabis medicinal. Eles são uma fonte confiável de conhecimento e atualização profissional. 

Neste artigo, vamos mostrar a importância da medicina intensiva, em quais casos ela se encaixa e qual o papel da cannabis medicinal no atendimento a pacientes críticos. Acompanhe! 

A Medicina Intensiva e sua relevância na vida do paciente

A Medicina Intensiva surgiu da necessidade de oferecer um tratamento direto aos pacientes que se encontram em estado mais grave. Isso porque, sua condição exige cuidados extras e constantes.

Como se trata de uma área mais recente no mundo da medicina, recém-formados podem ter dúvidas sobre essa especialidade. Para começar, é necessário dizer que ela tem um papel importante na vida e bem-estar dos pacientes.

Isso porque, ela está presente em tudo o que se refere ao tratamento de pessoas em estado mais crítico. Nesse sentido, um de seus maiores suportes são os equipamentos tecnológicos e tratamentos que focam em aliviar a dor e o sofrimento.

Se você quer se tornar um médico intensivista, saiba que a sua rotina será agitada. O dia a dia é repleto de desafios e reúne visitas aos pacientes, conversas com outros médicos, atendimento à família e acompanhamento preciso de exames e relatórios. 

Além de tudo isso, o profissional deve liderar a equipe de plantão da UTI. Em geral, o time é composto por médicos de várias especialidades, o que demanda uma boa capacidade de gestão e liderança. 

O que este artigo aborda:

Pacientes que podem precisar da Medicina Intensiva

Como falamos acima, a Medicina Intensiva trata pacientes em situações mais graves. Sua atuação é muito comum em UTIs, embora não esteja limitada a esse ambiente hospitalar

Na verdade, o tratamento pode ser desempenhado em ambiente residencial, com auxílio de monitoramento 24h e equipes multidisciplinares. Veja alguns pacientes que podem se beneficiar dessa área médica! 

Vítimas de queimaduras graves 

Vítimas de queimaduras graves, principalmente de 2 e 3º grau, necessitam de tratamento intensivo. Isso porque, apresentam grandes lesões na pele, geralmente na camada mais profunda, e nos tecidos baixos. Além disso, costumam enfrentar dores intensas e muito desconforto.. 

Pacientes graves de COVID-19

Essa especialidade também trata pessoas que desenvolvem os sintomas mais graves da Covid-19. Nesse caso, os pacientes podem ter graves lesões nos pulmões, corações, e necessitam da ajuda de aparelhos para fazer o trabalho desses órgãos.

Pessoas com insuficiência cardíaca

Falando em coração, esse tipo de tratamento também é necessário para o paciente que apresenta insuficiência cardíaca. Nesse caso, o coração não consegue bombear o sangue normalmente para cumprir as necessidades do corpo. 

Pessoas com falência renal

Os rins têm o papel de purificar e manter o sangue saudável. Mas, se ele parar de funcionar, há o acúmulo de toxinas pelo corpo. Isso faz com que a pressão arterial suba, além de uma produção baixa de glóbulos vermelhos. 

No caso da falência renal descrita acima, é necessário um tratamento que substitua a função dos rins, como a diálise. Essa é uma das terapias mais comuns da medicina intensiva.

Pacientes com doenças degenerativas

Em alguns estágios, pacientes com a doença de Alzheimer, Esclerose Múltipla e doença de Parkinson necessitam de medicina intensiva. Isso porque, elas apresentam sintomas que comprometem sua qualidade de vida.

Por isso, a adoção de tratamentos que ajudem a melhorar o seu bem-estar, como o uso da cannabis medicinal, é uma alternativa importante e com resultados comprovados.

Pacientes com câncer

Não podemos deixar de pontuar que pacientes em tratamento de câncer, principalmente em estágios avançados, podem precisar da medicina intensiva. Em muitos casos, eles enfrentam dores intensas, além de desconforto e efeitos colaterais das sessões das sessões de rádio ou quimioterapia. 

O tratamento intensivo realizado com recursos adicionais, como a cannabis medicinal, promove a diminuição desses efeitos colaterais.

O uso da Cannabis Medicinal na rotina de médicos intensivistas

Você sabia que as propriedades presentes na cannabis podem ajudar o médico intensivista e os seus pacientes a tratar doenças mais graves, como alívio de sintomas do câncer e Parkinson, por exemplo? Veja o porquê!

A Cannabis e suas propriedades medicinais

Diversos estudos demonstram o potencial da cannabis, que conta com propriedades medicinais. Dessa forma, ela tem se mostrado uma excelente alternativa para auxiliar no tratamento de doenças graves e incapacitantes

Entre os principais benefícios, podemos citar o alívio de dores intensas e de desconfortos,  como náuseas e vômitos. Nesse sentido, cumpre destacar que os pacientes tratados com remédios à base da planta apresentam uma boa resposta e evolução.

Portanto, a cannabis medicinal pode ser usada por médicos intensivistas com objetivo de aliviar dores e sintomas de doenças crônicas.  

Mas, seu grande diferencial é o baixo índice de efeitos colaterais, juntamente com o potencial de reduzir a ansiedade, trazendo bem estar ao paciente. Lembrando que vários estudos e testes já foram realizados e comprovaram sua eficácia e segurança em diversas patologias e sintomas.

Conclusão

Como vimos, a Medicina Intensiva é fundamental na vida de pacientes que estão em situações de risco, mais debilitados ou em estado crítico. Essa especialidade visa cuidar de pessoas que apresentam doenças degenerativas e até pacientes graves com Covid-19.

Para se tornarem profissionais atualizados e prontos para exercer a medicina com excelência, os médicos precisam investir sempre em qualificação e novos cursos, principalmente com novas abordagens terapêuticas.

Por fim, não deixe de conferir os outros artigos da Revista Portal Útil. Até o próximo!

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Marcela Ferreira

Enfermeira pós graduada com especialização em traumas, urgência e emergência. 12 anos de experiência na área de saúde mental na rede SUS do município de Belo Horizonte. Atuo com criança, adolescentes, adultos e usuários de múltiplas drogas.

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